
( Obras de Roberta Serenari)
De que são feitas as Mães?
Ai meu Deus, eu ainda não sei…mas posso dizer que esses seres ímpares são mesmo um caso a parte.
Eu, e acredito que vocês também, temos muitas Mães durante toda nossa vida. A Mãe que nos gerou, as avós, para alguns de nós as Bisas, tias queridas, primas que nos acolhem no sufoco da vida, e amigas que são capazes de nos dar colo, cuidar de nós nos momentos de fraqueza, e nos perdoar os erros , os muitos erros que cometemos nessa vida.
Toda Mãe tem seu momento de loucura, no mínimo somos loucas pelos filhos, temos respostas absurdas para solucionar qualquer problema, nos julgamos capazes de resolver qualquer situação que surge, e não ficamos impunes a uma certa prepotência e capacidade de a qualquer momento que for preciso descer do saltinho e virar uma leoa para defender a cria, tenha ele a idade que tiver…
Acho isso tudo uma coisa muito louca, mas muito bela, incomparável e acredite…incontrolável.

(Obra de Margarita Sirkoskaia)
Ainda temos nossas Mães Divinas que nos amparam no Astral, as Mães que já se encontram lá olhando por nós com o mesmo amor, as Mães que vibram numa esfera superior de Luz e Paz, Nossa Senhora, Santa Sara, Aparecida…
Mães de Santo, as Babas, as Shuvannis, Manouches daqui e de lá, as nossas amadas protetoras que nos ajudam e conduzem no cumprimento do Karma e secam as lágrimas que choramos no silencio da escuridão da mais profunda dor…Nossa Mãe do Céu.
Mães choram, riem por seus filhos e são magas que acreditam em todas as possibilidades de sucesso e alegria, de amor e realização que um dia, os filhos mais bonitos do mundo terão!
Esses sentimentos sem palavras para descrever, sentimento incondicional de amar pela alegria do amor, que exagera em sua proporção, as vezes sufoca e controla os filhos além da conta, amor humanamente temperado por culpas do que não foi feito, amor de mãe, amor sagrado e imperfeitamente divino!
Você já se perguntou qual filho sua mãe prefere? Esse poema, que desconheço o autor tem a resposta:
Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido,
aquele que ela mais amava.
E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
”nada é mais volúvel que um coração de mãe.
E, como mãe, lhe respondo:
o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma
é o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que os crie.
O que prometeu, até que se cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
o que já me deixou, até que eu o reencontre”.
Queridos amigos, um dia das Mães feliz, esteja sua Mãezinha onde estiver, ela receberá seu amor, esteja seu filho amado onde estiver, ele receberá seu amor, pois esse amor transcende todas as barreiras de tempo, espaço, tudo!
Bjus e muita paz!
Sonia
(Baralho de Cartas de Jogar)
Plante num vasinho ou no seu jardim…mas plante com amor, fé e consciência.








